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Psicóloga Camila Kaepp transforma superação pessoal em missão de vida

Por: Mayssa Ludmila | Fotos: Arquivo Pessoal

Aos 32 anos, a psicóloga Camila Kaepp encontrou na fé, na psicoterapia e na atividade física os pilares que a ajudaram a superar o momento mais difícil da sua vida.

A experiência pessoal de recomeço se tornou combustível para sua atuação profissional, hoje dedicada a auxiliar outras pessoas a encontrarem equilíbrio e propósito.
Apesar de sempre ter se identificado com a área da comunicação, Camila iniciou a graduação em Psicologia acreditando que havia “caído de paraquedas” no curso.

Com o tempo, no entanto, percebeu que estava diante de algo maior do que suas próprias pretensões. “Na verdade, eu havia sido lançada para algo muito maior do que eu mesma”, recorda.

Formada em 2017, começou a atuar na clínica em 2019, mas a chegada da pandemia trouxe obstáculos aos atendimentos presenciais. O desafio, lembra, foi manter o acolhimento mesmo em meio às limitações impostas pelo isolamento.

Para Camila, um dos maiores aprendizados da profissão é entender que a vida pessoal e profissional não podem ser dissociadas. “Não somos apenas uma parte de algo, somos um todo, e harmonizar essas diferentes áreas é um dos maiores desafios de qualquer profissional”, afirma.

A psicóloga também reforça que a saúde mental deve ser vista como parte indissociável do corpo. “Eu costumo dizer que somos uma tríade, e a mente faz parte do corpo. Sem saúde mental, esse corpo está doente, e onde há doença, a vida em sua totalidade está comprometida.” Contou.

Quando questionada sobre momentos de crise, Camila destaca que, mais do que técnicas sofisticadas, o que as pessoas precisam de imediato é acolhimento. “Escuta ativa, empatia e contato com a natureza podem ser decisivos para a recuperação emocional.” disse.

Ela lembra que a pandemia funcionou como um alerta coletivo, intensificando a busca por apoio psicológico. Porém, admite que ainda hoje o tema é cercado de preconceito. “Assumir que precisa de ajuda psicológica é um tabu que precisa ser quebrado. Vejo a necessidade de que mais líderes falem sobre o assunto nas escolas, universidades, empresas e também nas igrejas.”

Entre os paradoxos da profissão, Camila destaca a satisfação de ver pacientes alcançarem seus objetivos e não precisarem mais do acompanhamento. “É curioso, mas ao mesmo tempo gratificante, porque é a prova de que a terapia cumpriu o seu propósito.”

No dia a dia, ela aconselha práticas simples como manter uma rotina de fé, cuidar da alimentação e praticar exercícios físicos pelo menos três vezes por semana. Essas ações, segundo ela, são capazes de trazer equilíbrio e fortalecer a mente.
Para quem ainda tem dúvidas sobre iniciar o processo terapêutico, Camila deixa uma reflexão:

”Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. A questão é: você prefere ser dominado pelos seus ciclos emocionais ou assumir o controle da sua história e recomeçar? Recomece, eu te ajudo.”

Para encontrar Camila Kaepp basta procurar por suas redes sociais @psi.camilakaepp onde será direcionado até seu número de contato.

Do Projeto Jovens Comunicadores de Ariquemes

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