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Ecoa Manaus exibe 29 filmes com foco socioambiental no Centro de Manaus

Da Redação | Fotos: Divulgação

A segunda edição da Ecoa – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus será realizada de 22 a 24 de maio, oferecendo entrada gratuita ao público. O evento apresenta 29 produções audiovisuais, entre três longas-metragens e 26 curtas, incluindo seis obras produzidas no Amazonas ou dirigidas por cineastas amazonenses.

Organizada pela produtora duplofilme em parceria com a Organização OCA Amazônia, a mostra ocorre em dois espaços culturais localizados no Centro de Manaus. A abertura, no dia 22, ocorrerá às 18h no Cineteatro Guarany, na Villa Ninita, ao lado do Palácio Rio Negro, na Avenida Sete de Setembro. Nos dias 23 e 24, as exibições terão lugar no Teatro Gebes Medeiros, situado na Avenida Eduardo Ribeiro, nº 937.

A programação diária contará com três sessões acessíveis, realizadas no sábado às 16h, 17h30 e 19h15, e no domingo às 15h, 16h35 e 18h15, todas seguidas de debates breves.

Nesta edição, foram recebidas mais de 200 inscrições provenientes de todo o Brasil, quase o dobro do total registrado em 2023. Os longas selecionados são “Do Colo da Terra”, de Renata Meirelles e David Vêluz; “Mato”, de Severino Neto; e “Xingu, nosso rio sagrado”, de Angela Gomes.

Os curtas-metragens incluem títulos variados, entre eles “A nave que nunca pousa” (Ellen Morais), “Águas Poluídas” (Mario Hirotoshi), “Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá” (Otoniel Lopes Oliveira), e “Vozes do Cocal” (Josué Castilho França), com produção e direção representando diversas regiões brasileiras, especialmente o Norte.

O festival é resultado do Edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, promovido com recursos do Ministério da Cultura, e visa fortalecer o protagonismo dos povos amazônidas por meio da cinematografia, além de promover intercâmbios entre diferentes territórios e narrativas.

Confira as produções que serão exibidas:

“A nave que nunca pousa” (Ellen Morais);

“Águas Poluídas” (Mario Hirotoshi);

“Animalidades” (Jacobo Martínez Flórez, Jacobo Chamorro);

“Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá” (Otoniel Lopes Oliveira);

“Caminho Sinuoso” (Adalberto Oliveira); “Capim” (Júlia Munhoz, Caio Pimenta);

“Cotas, Memória e luta negra na UFPA” (Delen Castro, Gyselle Kolwask);

“Duwid Tuminkiz – Makunaima é Duwid?” (Gustavo Caboco Wapixana);

“Herança” (Keila Sankofa);

“Kakxop pahok: as crianças cegas” (Charles A. P. Bicalho, Cassiano Maxakali);

“Maira Porongyta – o aviso do céu” (Kujãesage Kaiabi);

“Mulheres que sustentam a Amazônia” (Victor Rosalino);

“O Jardim Mágico” (Carlon Hardt, Naira Carneiro);

“O Último Varredor” (Perseu Azul, Paulo Alipio);

“Pela água, sempre!” (Douglas de Magalhães, Juraci Júnior);

“Praça Amazonas” (Ramiro Quaresma);

“Replikka” (Piratá Waurá, Heloisa Passos);

“Sagrado” (Samara Souza, Islla Pessoa);

“Sebastiana” (Pedro de Alencar);

“Sem nós, o que seria do Porto?” (Anne Caroline Maciel, Ronaldo Gomes-Souza);

“Tanaru” (Júlia Mariano);

“Thayara” (Mila Leão);

“Tuyuka Sanny Katu Ury – Amazônia da Inclusão” (Ricardo Juliani);

“Uma menina, um rio” (Renata Martins Alvarez);

“Visagens e Visões” (Rod Rodrigues);

“Vozes do Cocal” (Josué Castilho França).

 

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